Se é uma daquelas pessoas que precisa de um plano diferente por semana, esta pode ser - definitivamente - a proposta.
O Museu do Oriente vai promover às quintas-feiras um programa que inclui a visita às exposições permanentes e um jantar, mediante marcação prévia.
Com um número mínimo de quatro participantes, a actividade, dirigida às famílias, convida a visitar o museu a partir das 19:30 ou 20:30, para que ao longo de uma hora possam ver as exposições «Presença Portuguesa na Ásia» e «Deuses da Ásia».
No fim das visitas, as famílias são convidadas a degustar um buffett com «saborosas iguarias orientais».
O preço é de 25 euros, com o jantar já incluído.
sábado, 5 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Se tens sardinha, não andes à cata de perú
Já diz o ditado e a cidade de Setúbal quis cumprir.O objectivo era bater o recorde do mundo e comer 120 mil sardinhas em 8 horas.
O novo recorde mundial foi conseguido! 6340 quilos de sardinhas numa mega sardinhada!
As sardinhas só entravam na grelha lá para as 12.30, mas pelas 11.00 já a Praça José Afonso estava cheia de gente.
Os assadores não tinham mãos a medir, naquela que se propunha ser a maior sardinhada do mundo, suportando na pele um sol tórrido, ao qual se juntava o calor das brasas.
A maior contrariedade referia- -se ao número de lugares sentados. Havia 2500, mas ao recinto não paravam de chegar "clientes", sendo contabilizados mais de seis mil só no início da jornada.
A aposta foi de tal forma arrojada que até admitiu a construção de um fogareiro de cem metros de cumprimento, feito à base de moldes de floreiros, capaz de assar 800 quilos e sardinhas por hora.
Comer sardinhas em Lisboa
A elevada qualidade de peixe é a carta de recomendação desta marisqueira. A Peixaria vai buscar o peixe diariamente aos melhores portos pesqueiros, Setúbal, Sesimbra e Peniche.
O Doca Peixe é um óptimo pretexto para ver o rio Tejo de mais perto. O restaurante fica na zona das docas de Lisboa e além da vista-rio tem para oferecer uma carta cheia de pratos óptimos. Aqui o peixe é mesmo o rei, com propostas interessantes, cheias de inovação e criatividade.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Frutos secos fazem bem à saúde
Lembra-se daquelas pacotinhos de nozes ou amendoins que recebemos no avião?
Pois bem, comer o equivalente a 2,5 desses saquinhos todos os dias ajuda a reduzir o colesterol total e o colesterol LDL, conhecido como o "colesterol mau", e melhora a proporção de colesterol total frente ao colesterol HDL, ou "bom".
A conclusão é de um estudo publicado na edição de Maio do Archives of Internal Medicine.
Pesquisadores reuniram os resultados de 25 experiências clínicas, que envolveram 583 participantes no total. O estudo concluiu que ingerir 70 gramas de nozes de qualquer
tipo se associava a reduções de 10,2 miligramas por decilitro em colesterol mau, uma queda de 7,4%, e 10,9 miligramas em colesterol total, ou 5,1%.
O efeito foi mais notório entre pessoas com colesterol LDL inicialmente mais alto, e entre aqueles que não eram obesos. Quanto mais nozes eram consumidas, maior o efeito.
Pois bem, comer o equivalente a 2,5 desses saquinhos todos os dias ajuda a reduzir o colesterol total e o colesterol LDL, conhecido como o "colesterol mau", e melhora a proporção de colesterol total frente ao colesterol HDL, ou "bom".
A conclusão é de um estudo publicado na edição de Maio do Archives of Internal Medicine.
Pesquisadores reuniram os resultados de 25 experiências clínicas, que envolveram 583 participantes no total. O estudo concluiu que ingerir 70 gramas de nozes de qualquer
tipo se associava a reduções de 10,2 miligramas por decilitro em colesterol mau, uma queda de 7,4%, e 10,9 miligramas em colesterol total, ou 5,1%. O efeito foi mais notório entre pessoas com colesterol LDL inicialmente mais alto, e entre aqueles que não eram obesos. Quanto mais nozes eram consumidas, maior o efeito.
O álcool e os menores
Apesar de a venda de bebidas alcoólicas ser proibida a menores de 16 anos, os jovens entre os 12 e os 15 anos conseguem comprar álcool em mais de metade das vezes.
A conclusão é de um estudo da DECO/ Pro Teste que revela que os menores compraram bebidas em 54 das 97 tentativas.
Em 26 casos, apesar de o aviso da proibição estar afixado no estabelecimento ou mesmo depois de os funcionários confirmarem que os jovens tinham menos de 16 anos, as bebidas alcoólicas foram vendidas.
Os super e hipermercados são os locais onde é mais fácil para menores de 16 anos comprar álcool.

Desde 2002 até hoje, a ASAE registou 21 infracções por venda ou consumo de álcool por menores de 16 anos, em locais públicos. Contabilizou ainda 1058 violações à lei pela falta de aviso de proibição.
O estudo leva a DECO a reforçar a reivindicação da aprovação urgente das medidas do Plano Nacional para a Redução dos Problemas Ligados ao Álcool, parado há mais de um ano.
Uma das medidas do plano consiste em proibir a venda e consumo de álcool até aos 18 anos.
A conclusão é de um estudo da DECO/ Pro Teste que revela que os menores compraram bebidas em 54 das 97 tentativas.
Em 26 casos, apesar de o aviso da proibição estar afixado no estabelecimento ou mesmo depois de os funcionários confirmarem que os jovens tinham menos de 16 anos, as bebidas alcoólicas foram vendidas.
Os super e hipermercados são os locais onde é mais fácil para menores de 16 anos comprar álcool.

Desde 2002 até hoje, a ASAE registou 21 infracções por venda ou consumo de álcool por menores de 16 anos, em locais públicos. Contabilizou ainda 1058 violações à lei pela falta de aviso de proibição.
O estudo leva a DECO a reforçar a reivindicação da aprovação urgente das medidas do Plano Nacional para a Redução dos Problemas Ligados ao Álcool, parado há mais de um ano.
Uma das medidas do plano consiste em proibir a venda e consumo de álcool até aos 18 anos.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Pandemias do século XXI
Quase um terço das crianças portuguesas entre os dois e os cinco anos estão em estado de pré-obesidade ou obesidade, revelou o coordenador da Plataforma Nacional de combate a este problema, já denominado como uma "pandemia do século XXI".
Um estudo realizado o ano passado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, em parceria com a Plataforma Nacional Contra a Obesidade, mostra que na faixa entre os dois e os cinco anos há 27,4 por cento de rapazes e 30,8 por cento de meninas em pré-obesidade ou obesidade.
Uma prevalência significativamente elevada. Em cada três crianças, uma é criança de risco.

De acordo com o mesmo estudo, na faixa etária entre os 11 e os 15 anos, a percentagem de rapazes com pré-obesidade e obesidade é de 28,6 por cento, descendo para os 27,8 por cento no caso das raparigas.
Na população adulta, os vários estudos apontam que metade dos homens portugueses tenha peso em excesso, prevalência considerada "elevada", mas que melhora entre a população feminina.
Serão cerca de 30 por cento as mulheres com pré-obesidade, o que é encarado como "um indicador de que estejam a combater melhor o problema da obesidade do que os homens".
Além da obesidade, também a diabetes e a hipertensão se enquadram neste conceito de novas pandemias..
Existem mais de 900 mil portugueses a sofrer de diabetes, dos quais quase 400 mil desconhecem ser portadores desta doença crónica.
Um estudo realizado o ano passado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, em parceria com a Plataforma Nacional Contra a Obesidade, mostra que na faixa entre os dois e os cinco anos há 27,4 por cento de rapazes e 30,8 por cento de meninas em pré-obesidade ou obesidade.
Uma prevalência significativamente elevada. Em cada três crianças, uma é criança de risco.

De acordo com o mesmo estudo, na faixa etária entre os 11 e os 15 anos, a percentagem de rapazes com pré-obesidade e obesidade é de 28,6 por cento, descendo para os 27,8 por cento no caso das raparigas.
Na população adulta, os vários estudos apontam que metade dos homens portugueses tenha peso em excesso, prevalência considerada "elevada", mas que melhora entre a população feminina.
Serão cerca de 30 por cento as mulheres com pré-obesidade, o que é encarado como "um indicador de que estejam a combater melhor o problema da obesidade do que os homens".
Além da obesidade, também a diabetes e a hipertensão se enquadram neste conceito de novas pandemias..
Existem mais de 900 mil portugueses a sofrer de diabetes, dos quais quase 400 mil desconhecem ser portadores desta doença crónica.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
"Junk Food"? Se está grávida, pense AINDA melhor
A «comida de plástico» durante a gravidez aumenta o risco das filhas e das netas poderem vir a ter cancro da mama.
São conclusões de um estudo que se referem ao facto de as grávidas necessitarem de fazer uma dieta equilibrada, porque estão a afectar a saúde das filhas e netas.
Os cientistas, da universidade de Washington, alimentaram um grupo de mães ratas com comida gordurosa e outro grupo com comida saudável e depois observaram o que acontecia aos rebentos e às gerações seguintes.
As filhas das ratas que tinham comido alimentos gordurosos, revelaram 80% de hipóteses de desenvolver cancro da mama. O risco diminui para 69% se a avó fez uma dieta equilibrada durante a gravidez.
Os cientistas acreditam na influência das mudanças genéticas causadas pelo meio ambiente e que são transmitidas às gerações futuras.
São conclusões de um estudo que se referem ao facto de as grávidas necessitarem de fazer uma dieta equilibrada, porque estão a afectar a saúde das filhas e netas.
Os cientistas, da universidade de Washington, alimentaram um grupo de mães ratas com comida gordurosa e outro grupo com comida saudável e depois observaram o que acontecia aos rebentos e às gerações seguintes. As filhas das ratas que tinham comido alimentos gordurosos, revelaram 80% de hipóteses de desenvolver cancro da mama. O risco diminui para 69% se a avó fez uma dieta equilibrada durante a gravidez.
Os cientistas acreditam na influência das mudanças genéticas causadas pelo meio ambiente e que são transmitidas às gerações futuras.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Magreb na Capital
Durante 10 dias, Marrocos vai estar em Lisboa.
Os sons e os sabores que caracterizam Marrocos vão mudar-se para o Restaurante Terraço no Tivoli Lisboa, onde ficam de 16 a 26 de Junho.
A iniciativa é do hotel e conta com o apoio da Embaixada do Reino de Marrocos e da Delegação Oficial do Turismo de Marrocos.
Durante esta semana dedicada à cultura marroquina, o Restaurante Terraço vai contar com diversas acções ao nível da gastronomia, moda, música e pintura.

Acções que vão trazer até Lisboa os cheiros e os sabores deste país magrebino. Ao almoço em buffet e ao jantar com menu de degustação, poderá ficar a conhecer melhor o que a gastronomia marroquina tem para oferecer.
Mas haverá muito mais, desfiles de moda de estilistas marroquinos, exposições de pintura, sessões de pintura de henna, actuações musicais de artistas marroquinos e exposição e venda de artesanato.
Os sons e os sabores que caracterizam Marrocos vão mudar-se para o Restaurante Terraço no Tivoli Lisboa, onde ficam de 16 a 26 de Junho.
A iniciativa é do hotel e conta com o apoio da Embaixada do Reino de Marrocos e da Delegação Oficial do Turismo de Marrocos.
Durante esta semana dedicada à cultura marroquina, o Restaurante Terraço vai contar com diversas acções ao nível da gastronomia, moda, música e pintura.

Acções que vão trazer até Lisboa os cheiros e os sabores deste país magrebino. Ao almoço em buffet e ao jantar com menu de degustação, poderá ficar a conhecer melhor o que a gastronomia marroquina tem para oferecer.
Mas haverá muito mais, desfiles de moda de estilistas marroquinos, exposições de pintura, sessões de pintura de henna, actuações musicais de artistas marroquinos e exposição e venda de artesanato.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Atum? Não mais que 8 peças por mês
Os amantes de comida japonesa têm que pensar duas vezes!!
Pesquisadores do Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos, e da Universidade Rutgers descobriram que o sushi tem mais mercúrio do que as conservas de atum.
A pesquisa foi publicada na edição online da revista científica "Biology Letters" e analisou o DNA dos animais.
O estudo investigou o teor de mercúrio em 100 amostras de sushi de atum (de várias espécies, incluindo albacora) de 54 restaurantes e 15 supermercados em Nova York, Nova Jersey, Colorado, no período de 2007 a 2009.
Segundo com um dos principais dos autores do trabalho, os níveis de mercúrio são relacionados a algumas espécies.
Até hoje as autoridades americanas não obrigam os restaurantes e comerciantes esclarecerem aos clientes o que eles estão consumindo.
Embora os níveis de mercúrio sejam mais elevados em peixes predadores no topo da cadeia alimentar, alguns que estão abaixo apresentam níveis altos da substância. Os autores alertam que os índices em certos atuns são suficientemente altos para oferecer risco para a saúde, tanto para os próprios animais quanto humanos, que os consomem com frequência.
Os adultos não devem comer mais do que sete ou oito peças de sushi de atum por mês. Uma opção é comer atum light em vez de atum branco ou albacora para limitar a exposição de mercúrio.
Já o salmão costuma apresentar níveis mais baixos de mercúrio e são mais seguros para comer em grandes quantidades.
Pesquisadores do Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos, e da Universidade Rutgers descobriram que o sushi tem mais mercúrio do que as conservas de atum.
A pesquisa foi publicada na edição online da revista científica "Biology Letters" e analisou o DNA dos animais.
O estudo investigou o teor de mercúrio em 100 amostras de sushi de atum (de várias espécies, incluindo albacora) de 54 restaurantes e 15 supermercados em Nova York, Nova Jersey, Colorado, no período de 2007 a 2009.
Segundo com um dos principais dos autores do trabalho, os níveis de mercúrio são relacionados a algumas espécies.
Até hoje as autoridades americanas não obrigam os restaurantes e comerciantes esclarecerem aos clientes o que eles estão consumindo.
Embora os níveis de mercúrio sejam mais elevados em peixes predadores no topo da cadeia alimentar, alguns que estão abaixo apresentam níveis altos da substância. Os autores alertam que os índices em certos atuns são suficientemente altos para oferecer risco para a saúde, tanto para os próprios animais quanto humanos, que os consomem com frequência.
Os adultos não devem comer mais do que sete ou oito peças de sushi de atum por mês. Uma opção é comer atum light em vez de atum branco ou albacora para limitar a exposição de mercúrio.
Já o salmão costuma apresentar níveis mais baixos de mercúrio e são mais seguros para comer em grandes quantidades.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Timor no MdO
Singa de Kurita? Nasi goreng?
Se estes nomes não lhe dizem nada há um evento que não pode perder: o Museu do Oriente, em Lisboa, organiza um workshop de gastronomia timorense, nos dias 10 e 24 de Maio.
Nestes dias, vai poder conhecer pratos tipicos da ex-colónia portuguesa que é um exemplo da mistura de culturas dentro da identidade de Timor.
Culinária portuguesa chinesa, indiana e africana, podem ser encontrados na gastronomia timorense embora consiga manter a sua particularidade.
Destaque para o uso do arroz, coco, amendoim e piri-piri, que sãoessenciais em quase todos os pratos. Cabrito, peixe seco, galinha e porco são alimentos de uso regular, ainda que o uso das folhas de papaia, o milho, a mandioca e os legumes sejam uma marca especial da comida timorense.

Dos pratos típicos, que poderão fazer parte do workshop, destaca-se o saboko de camarão (com o leite de coco e marisco grelhado), o sassate de cabrito (receita em que é evidente o recurso à soja, tão comum na cozinha chinesa), e o batarda’a, prato idêntico à cachupa africana.
empresas neste mercado.
brooks. despertamos sabores.
Se estes nomes não lhe dizem nada há um evento que não pode perder: o Museu do Oriente, em Lisboa, organiza um workshop de gastronomia timorense, nos dias 10 e 24 de Maio.
Nestes dias, vai poder conhecer pratos tipicos da ex-colónia portuguesa que é um exemplo da mistura de culturas dentro da identidade de Timor.
Culinária portuguesa chinesa, indiana e africana, podem ser encontrados na gastronomia timorense embora consiga manter a sua particularidade.
Destaque para o uso do arroz, coco, amendoim e piri-piri, que sãoessenciais em quase todos os pratos. Cabrito, peixe seco, galinha e porco são alimentos de uso regular, ainda que o uso das folhas de papaia, o milho, a mandioca e os legumes sejam uma marca especial da comida timorense.

Dos pratos típicos, que poderão fazer parte do workshop, destaca-se o saboko de camarão (com o leite de coco e marisco grelhado), o sassate de cabrito (receita em que é evidente o recurso à soja, tão comum na cozinha chinesa), e o batarda’a, prato idêntico à cachupa africana.
empresas neste mercado.
brooks. despertamos sabores.
domingo, 25 de abril de 2010
Cheio ou pingado. É preciso é que seja café!
Chama-se “café” em todo o lado, “bica” em Lisboa ou “cimbalino” à moda do Porto.
Muitos nomes e muitos efeitos.
Beber café faz parte da rotina dos portugueses. De manhã e a seguir ao almoço a chávena é quase indispensável.
Em Lisboa
Foi António Marrare quem, no célebre Marrare do Polimento, ao Chiado, primeiro serviu café puro, em chávenas de porcelana e bandejas com cafeteira, açucareiro e colheres, tudo em prata. Custava o triplo do que custava noutros estabelecimentos, mas freguesia não lhe faltava. Outros cafés foram-lhe seguindo o exemplo. Lisboa começou a beber do melhor café do mundo há 200 anos, pela mão de um italiano.

Consumo
Por ano cada português consome, em média, 4kg de café, o que equivale a 600 bicas.
Um valor reduzido, se comparado com a média dos países nórdicos, que chegam aos 10kg por ano.
De acordo com a Organização mundial de Café, Portugal está entre os países europeus que consome e importa menos grãos.
Saúde
Afinal e ao contrário do que se pensa, beber café faz bem.
O aumento da pressão arterial tem sido um dos efeitos negativos apontados à bebida.
Mas estudos vêm agora comprovar que o café pode mesmo ajudar a proteger o sistema cardiovascular.
Quatro cafés diários é a medida certa, não aumenta nem diminui o risco cardiovascular.
Novos estudos apontam ainda que o café ajuda a manter a actividade cognitiva e pode também reduzir a incidência de Parkinson e Alzheimer.
Preparação
Para preparar café em casa e poupar face ao que gasta na rua, tenha em conta a moagem e prensagem.
Se comprar em grão, a moagem deve ser fina, mas não em demasia. No caso de ser grossa, o café fica fraco e aguado. Muito fina, produz um sabor amargo.
Quanto à prensagem, não deixe muito solto nem compacto. No primeiro caso, a água passa rapidamente através do café e, no segundo, não consegue infiltrar-se.
Se não está familiarizado com as máquinas expresso, faça várias tentativas até o produto final ficar ao seu gosto. Primeiro, sai o café e, depois, o creme. Assim que este começa a sair, desligue a máquina para a bebida não ficar aguada e amarga.
Mercado
Em Portugal, o mercado total de cafés torrados vale cerca de dois mil milhões de euros e o sector é dominado por quatro empresas que actuam em áreas que vão desde a torrefacção até à distribuição. A Delta, de Rui Nabeiro, actua em todas as frentes e tem como companheiras, no ranking das principais empresas, a Nestlé, a Nutricafés e a NewCoffee.
Os portugueses bebem em média entre uma a duas chávenas de café por dia e a maior parte fá-lo fora de casa, no entanto, o consumo no lar está a ganhar cada vez mais adeptos.
No ano passado, as vendas de café puro a nível nacional no sector alimentar e no consumo imediato ultrapassaram os 315 milhões de euros, com base nos índices Nielsen Alimentar e Nielsen Consumo Imediato, com a venda de café puro moído a assinalar uma descida de 6% e a venda de café puro em cápsulas a subir 612%, enquanto a venda de pastilhas cresceu 123%.
Apesar da subida das novas formas de consumo desta bebida, os portugueses continuam a optar por sair de casa para tomar um café. Cerca de 85% do negócio é feito no canal horeca (hotelaria, restauração e cafés) o que tem motivado a aposta das empresas neste mercado.
brooks. despertamos sabores.
Muitos nomes e muitos efeitos.
Beber café faz parte da rotina dos portugueses. De manhã e a seguir ao almoço a chávena é quase indispensável.
Em Lisboa
Foi António Marrare quem, no célebre Marrare do Polimento, ao Chiado, primeiro serviu café puro, em chávenas de porcelana e bandejas com cafeteira, açucareiro e colheres, tudo em prata. Custava o triplo do que custava noutros estabelecimentos, mas freguesia não lhe faltava. Outros cafés foram-lhe seguindo o exemplo. Lisboa começou a beber do melhor café do mundo há 200 anos, pela mão de um italiano.

Consumo
Por ano cada português consome, em média, 4kg de café, o que equivale a 600 bicas.
Um valor reduzido, se comparado com a média dos países nórdicos, que chegam aos 10kg por ano.
De acordo com a Organização mundial de Café, Portugal está entre os países europeus que consome e importa menos grãos.
Saúde
Afinal e ao contrário do que se pensa, beber café faz bem.
O aumento da pressão arterial tem sido um dos efeitos negativos apontados à bebida.
Mas estudos vêm agora comprovar que o café pode mesmo ajudar a proteger o sistema cardiovascular.
Quatro cafés diários é a medida certa, não aumenta nem diminui o risco cardiovascular.
Novos estudos apontam ainda que o café ajuda a manter a actividade cognitiva e pode também reduzir a incidência de Parkinson e Alzheimer.
Preparação
Para preparar café em casa e poupar face ao que gasta na rua, tenha em conta a moagem e prensagem.
Se comprar em grão, a moagem deve ser fina, mas não em demasia. No caso de ser grossa, o café fica fraco e aguado. Muito fina, produz um sabor amargo.
Quanto à prensagem, não deixe muito solto nem compacto. No primeiro caso, a água passa rapidamente através do café e, no segundo, não consegue infiltrar-se.
Se não está familiarizado com as máquinas expresso, faça várias tentativas até o produto final ficar ao seu gosto. Primeiro, sai o café e, depois, o creme. Assim que este começa a sair, desligue a máquina para a bebida não ficar aguada e amarga.
Mercado
Em Portugal, o mercado total de cafés torrados vale cerca de dois mil milhões de euros e o sector é dominado por quatro empresas que actuam em áreas que vão desde a torrefacção até à distribuição. A Delta, de Rui Nabeiro, actua em todas as frentes e tem como companheiras, no ranking das principais empresas, a Nestlé, a Nutricafés e a NewCoffee.
Os portugueses bebem em média entre uma a duas chávenas de café por dia e a maior parte fá-lo fora de casa, no entanto, o consumo no lar está a ganhar cada vez mais adeptos.
No ano passado, as vendas de café puro a nível nacional no sector alimentar e no consumo imediato ultrapassaram os 315 milhões de euros, com base nos índices Nielsen Alimentar e Nielsen Consumo Imediato, com a venda de café puro moído a assinalar uma descida de 6% e a venda de café puro em cápsulas a subir 612%, enquanto a venda de pastilhas cresceu 123%.
Apesar da subida das novas formas de consumo desta bebida, os portugueses continuam a optar por sair de casa para tomar um café. Cerca de 85% do negócio é feito no canal horeca (hotelaria, restauração e cafés) o que tem motivado a aposta das empresas neste mercado.
brooks. despertamos sabores.
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