Um estudo realizado o ano passado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, em parceria com a Plataforma Nacional Contra a Obesidade, mostra que na faixa entre os dois e os cinco anos há 27,4 por cento de rapazes e 30,8 por cento de meninas em pré-obesidade ou obesidade.
Uma prevalência significativamente elevada. Em cada três crianças, uma é criança de risco.

De acordo com o mesmo estudo, na faixa etária entre os 11 e os 15 anos, a percentagem de rapazes com pré-obesidade e obesidade é de 28,6 por cento, descendo para os 27,8 por cento no caso das raparigas.
Na população adulta, os vários estudos apontam que metade dos homens portugueses tenha peso em excesso, prevalência considerada "elevada", mas que melhora entre a população feminina.
Serão cerca de 30 por cento as mulheres com pré-obesidade, o que é encarado como "um indicador de que estejam a combater melhor o problema da obesidade do que os homens".
Além da obesidade, também a diabetes e a hipertensão se enquadram neste conceito de novas pandemias..
Existem mais de 900 mil portugueses a sofrer de diabetes, dos quais quase 400 mil desconhecem ser portadores desta doença crónica.
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