quinta-feira, 25 de março de 2010

Qual é coisa qual é ela?

É aqui que as adivinhas se aplicam. Pois é mesmo o OVO.
Ricos em proteínas e algumas vitaminas, os ovos têm lugar numa dieta equilibrada.
São alimentos com um valor nutritivo interessante.

Contêm proteínas na clara e na gema. Esta é rica em colesterol e gordura, sobretudo insaturada, e fornece 10% a 20% da dose diária recomendada de vitamina A, D, E e K. A clara oferece algumas vitaminas do complexo B em quantidades apreciáveis. Estão ainda presentes minerais como o fósforo e o selénio, o último necessário para o bom funcionamento do músculo cardíaco.

Um ovo por dia, não sabe o bem que lhe fazia

Não aumenta o risco de doenças cardiovasculares nem eleva o nível de mau colesterol no sangue, mais relacionado com as gorduras ricas em ácidos gordos saturados.
Não há vantagens para a saúde em consumir ovos crus.
Nesse estado, são até mais difíceis de digerir. Cozinhados, a digestibilidade aumenta bastante. Além disso, o valor nutritivo é mais aproveitado e o risco de infecções por bactérias patogénicas, reduzido.

Como escolher
Casca intacta e límpida revela frescura. Faça o teste num copo com água. O ovo está fresco se, ao ser imerso, permanecer no fundo. Ovos velhos ganham volume devido ao aumento da câmara-de-ar entre as membranas interna e externa, e tendem a flutuar.
Procure uma casca áspera e opaca. Nos ovos velhos, é mais lisa e apresenta brilho. Certifique-se de que se encontra intacta e limpa. Se estiver rachada, compromete o produto.
Ao abrir um ovo fresco, quase não sente odor. A clara, límpida e translúcida, é gelatinosa e a gema, saliente. Se a primeira se revelar fluida e a gema, achatada, é muito provável que o alimento esteja envelhecido. À medida que perde frescura, a gema torna-se móvel. Sacudindo o ovo, pode dar-se conta da oscilação.

Ovos de Páscoa
Com a proximidade da Páscoa, não se pode mesmo esquecer os clássicos ovos. Saiba como os fazer em casa.
Deve apenas retirar os ovos do frio, apenas quando começar a prepará-los. Ponha os ovos numa só camada, numa panela com suficiente água fria, para que a água ultrapasse num dedo, a altura dos ovos. Tape a panela e quando começar a ferver, retire a panela do lume e deixe os ovos nessa água durante 15 minutos. Após o findar deste tempo, acrescente imediatamente água fria. Já pode decorar os ovos! No fim, os ovos terão de ir novamente para o frigorífico, até que chegue a altura de os pôr na mesa e comê-los.


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quarta-feira, 24 de março de 2010

Restaurante ou Roulote? Pense duas vezes antes de optar pela segunda

A Deco passou 30 roulotes de comida rápida a pente fino e o resultado não foi dos melhores.
Os técnicos da DECO fizeram-se à noite, em cada uma compraram um cachorro e um hambúrguer que de imediato seguiram para análise laboratorial.
Em mais de metade foram encontrados problemas de higiene. A Associação de defesa do consumidor encontrou germes em haburgueres e cachorros quentes que denunciaram falta de cuidados higiénicos.

Conclusão
: de 30 só quatro tiveram nota positiva.

Alguns funcionários não lavavam as mãos ou os utensílios após manusear alimentos crus, apesar de existir um lavatório na roulote.
O estudo revela ainda que a maioria dos funcionário mexe simultaneamente na comida e no dinheiro.
As recomendações da Deco vão no sentido de melhorar as práticas de higiene, no que diz respeito a uma limpeza correcta de utensilios, usar alimentos de qualidade, mantê-los refrigerados e cozinhá-los bem.

Onde?
A DECO analisou roulotes nas zonas de Lisboa e do Porto. Estas roulotes de comida rápida costumam funcionar junto a estabelecimentos de diversão nocturna, estádios de futebol e feiras

Saúde em risco?
Nem pensar, garante a Deco.
No entanto, a Associação para o Desenvolvimento das Actividades em Portugal de Circos, Divertimentos e Epectáculos (que regula o sector) sugere um manual de boas práticas. Formação também será uma exigência.
Tudo para combater situações de deficiente funcionamento em roulotes de venda de alimentos.
O manual é esperado que defina, por exemplo, a quantidade máxima de alimentos congelados que as roulotes podem guardar. Um mau congelamento ou descongelamento dos alimentos é um dos factores que pode potenciar o aparecimento de germes e de problemas de higiene.

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domingo, 21 de março de 2010

Cozinha Macrobiótica... Diferente é bom?

A culinária macrobiótica é uma arte única que satisfaz os sentidos e proporciona uma vida mais harmoniosa a todos aqueles que a praticam. Não se trata de uma dieta rígida, mas sim de uma abordagem flexível e sensata, que se adapta ao clima, idade, condição de saúde e estilo de vida de cada pessoa.
Actualmente é crescente o número de indivíduos que adoptam a alimentação macrobiótica. Contudo, tal como em qualquer tipo de alimentação, quando mal planeado/acompanhado, pode acarretar problemas para a saúde, nomeadamente para as populações de risco. Uma boa forma de planear um dia alimentar é seguir as recomendações de um guia alimentar, tal como a Nova Roda dos Alimentos.

Refeição Macrobiótica
Deve ser composta por: entrada, sopa, prato principal, sobremesa e chá, devendo os alimentos ser variados todos os dias, ao longo do dia e ao longo do ano. Também deve ser usada uma grande variedade de métodos culinários.

Cereais
Os alimentos da cozinha macrobiótica reflectem influências asiáticas, sendo frequentemente utilizados o arroz, algas marinhas, condimentos asiáticos e raízes.
Uma vez que este tipo de alimentação é adaptado a cada indivíduo existem diferenças no tipo de alimentos a consumir. Os alimentos principais da alimentação macrobiótica são os cereais integrais em grão cozinhados, cuja ingestão diária deverá corresponder a 50 a 60% (arroz integral, trigo, cevada, millet, centeio, milho, etc.). Algumas vezes por semana poderão ser consumidos alimentos como bulgur, flocos de aveia, massa ou outros produtos produzidos a partir de farinhas integrais.

Vegetais
Diariamente deverão ser consumidas uma ou duas porções de sopa fresca, correspondendo a cerca de 5 a 10% da ingestão diária. A sopa deverá ser temperada com miso ou shoyu, à qual wakamé, cenouras, cebolas ou vegetais sazonais serão adicionados durante a cocção. As leguminosas cozinhadas ou os seus derivados constituem uma pequena parte da ingestão diária (5 a 10%). As mais indicadas para consumo regular serão o feijão azuki, a lentilha, grão-de-bico e feijão de soja preto, enquanto as outras deverão ser consumidas ocasionalmente. Derivados destes alimentos como tofu, tempeh e natto, poderão ser consumidos diariamente.

Mas antes de iniciar este padrão alimentar deve consultar um nutricionista de forma a preparar o seu organismo para esta mudança de regime. Assim poderá tirar os benefícios desta filosofia de vida e alimentação, não comprometendo a sua saúde!

Proposta
CAMPO DE PÁSCOA 2010
O Instituto Macrobiótico Portugues, propõe umas férias da Páscoa diferentes.
Pela primeira vez, na fabulosa Casa de Belgais, da pianista Maria João Pires, pode aproveitar 5 dias de um programa especial de saúde natural, no qual poderá usufruir de todo o esplendor com que a natureza nos brinda nesta época do ano.
O programa inclui palestras e convívios, Yoga, Chi-Kung, passeios ao ar livre, Feng Shui, desenvolvimento pessoal, música, refeições macrobióticas de elevada qualidade.

Datas: 1 a 5 de Abril


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sexta-feira, 19 de março de 2010

Clube de Gastronomia. Porque sim?

Já todos sabemos que comer é bom. O que não sabíamos é que falar sobre comida também é óptimo!
A culinária é uma excelente forma de aprofundar conhecimentos e ampliar a vida social.

Clubes de gastronomia
Os clubes de gastronomia são uma forma de compartilhar prazeres. Basta formar um, basta reunir pessoas que gostem de culinária.
Risotos, queijos, vinhos, uísque, cerveja. Na verdade, tudo serve para criar um clube, basta escolher um tema. O importante é ter muita organização e incentivar a frequência.
O segredo para ter um clube estável? É preciso ter liderança e ser organizado. Antes de qualquer coisa, é preciso definir quais são as pessoas que vão ficar responsáveis por quatro funções essenciais: cuidar da parte financeira, mandar e-mailspara o grupo e ver a frequência, organizar a parte social e coordenar todo o trabalho.

Como fazer

O truque é ser organizado e dedicado. Saiba que pode crir o seu próprio clube gastronómico, basta dividir o seu amor pela culinária com os outros.

1° passo
Reúna os amigos e recrute pessoas no trabalho ou na vizinhança. Convide todos os membros que gostam do assunto escolhido.

2° passo
Utilize a primeira reunião para organizar. Decida qual vai ser a estrutura básica do clube. Onde vão ser os encontros? Quem vai ficar responsável de informar os outros sobre as novidades? Quem vai cozinhar ou quem vai escolher os produtos a serem degustados? Lembre-se de trocar os contactos de todos os membros para criar uma lista de grupo.

3° passo
Seja flexível ao discutir os detalhes. Veja quando é melhor marcar as reuniões para não atrapalhar os participantes. Dê hipótese a que cada um possa votar no menu ou escolher a bebida que vai ser degustada em cada encontro.

4° passo
Mantenha o contacto. Mande e-mails regularmente para o grupo a pedir ideias e sugestões sobre os próximos eventos.

5° passo
Invente temas para os encontros que inspirem a decoração e a degustação.

Em Portugal
O Clube Gastronomias é o único clube do género em Portugal, permite fazer cursos de culinária, ter descontos em hotéis e restaurantes, etc.
No entanto, há restaurantes que também proporcionam interacções com outras pessoas.
O Tasca da Esquina, em Campo de Ourique, tem cursos de culinária.
Também o Nariz de Vinho Tinto, na Lapa, tem cursos de prova de vinhos e jantares de degustação de vinhos, azeites e gastronomia.

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terça-feira, 16 de março de 2010

Algas. Comer ou não comer, eis a questão.

A resposta para esta questão é muito simples: não só se come, como se RECOMENDA!
As algas são uma iguaria e uma riqueza a aproveitar! Os portugueses é que ainda não se habituaram e continuam a estranhar tal alimento.
Defendem os especialistas que as algas marinhas têm um elevado valor nutricional e que , sendo um alimento natural, fornece um elevado valor nutritivo, mas é baixo em calorias.
Na verdade, as algas marinhas são dos alimentos mais saudáveis do mundo.

Benefícios
As macroalgas são muito ricas em polissacarídeosque, por terem uma cadeia molecular muito longa, não são absorvidas pelo sistema digestivo, e ao serem ingeridas comportam-se como fibras hidrossolúveis, com zero calorias, e o que fazem é regular o trânsito intestinal.
As algas marinhas ajudam ainda a restabelecer as reservas de ferro e são óptimas fontes dos principais minerais.
Excelente fonte de iodo, mineral essencial ao correcto funcionamento da tiróide. Outros minerais que normalmente se encontram nas algas são o ferro, o potássio, o cálcio, o cobre, o magnésio e o zinco.
O consumo regular de algas pode ajudar a combater a anemia, uma vez que ajudam a manter e restabelecer as reservas de ferro.

O que e onde comprar
Algumas zonas dos mares estão poluídas com metais pesados. Por isso, há toda a conveniência em adquir as algas em lojas de produtos naturais que assegurem que os produtos provêm de regiões não poluídas.
As algas compradas secas e embaladas, conservam-se quase indefinidamente enquanto fechadas; uma vez abertas as embalagens, conservam-se cerca de 4 meses num recipiente fechado.
NORI - de cor entre o verde vivo e o roxo e de folhas finas. As suas tiras secas são utilizadas como invólucro do famoso prato japonês, o sushi. Prepara-se tostando-a rapidamente na chama do fogão. Pode comer-se directamente ou parti-la em pedaços e salpicar sobre a sopa, vegetais ou feijões.

Algas em Lisboa

Deixe-se envolver no mundo saudável das algas marinhas descobrindo as melhores casas de sushi na capital.
O Assuka tem todas as especialidades da gastronomia oriental: sushi, sashimi e uramakis são alguns dos pratos que poderá aqui escolher.
Também o Sushillout, em Alfama, é um restaurante que procura trazer a Lisboa um pouco mais da cozinha e cultura do Japão.
No Bairro Alto, o Bonsai tem uma decoração e um ambiente que corresponde ao esperado num restaurante japonês. As mesas baixas, quase a rasar o chão, fazem parte da decoração, a gastronomia, japonesa, é de alta qualidade, e vão desde o clássico Sushi ao Fondue de Peixe.

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domingo, 14 de março de 2010

"Chá, café ou laranjada"? Saiba porque o chá é uma boa opção.


A bebida é por excelência dos países do Oriente, foi popularizada pela Inglaterra. O chá das cinco não podia ser dispensado pela aristocracia e burguesia inglesa e nem mesmo a realeza a dispensava.
O chá apenas chega a Inglaterra em 1652 e pela mão da portuguesa Catarina de Bragança. O chá torna-se na bebida mais popular na corte e, mais tarde, no resto da classe alta.

Tipos de Chá

Chá Preto
Possui um sabor muito acentuado e, quando é bem misturado, contém uma maior percentagem de cafeína em relação aos outros chás. Representa cerca de 70% do consumo mundial de chá, tornando-o no mais comum dos vários tipos de chás.

Chá Verde
A sua mistura é feita a temperaturas mais baixas e por menos tempo que o normal, resultando um chá mais leve e com menos cafeína.

Chá Oolong
Esta variedade de chá é o resultado de um processo de tratamento intermédio entre o chá preto e o chá verde.
O seu teor de cafeína fica entre o chá preto e o chá verde, consequentemente apresenta um sabor nem tão forte nem tão subtil como estes chás, sendo o seu aroma comparado ao de flores ou frutas frescas.

Chá Branco

As folhas do chá branco são apanhadas à mão, vaporizadas e secas ao sol, sem passar pelo processo de oxidação. Este chá contem uma quantidade reduzida de cafeína e um sabor muito suave e doce.

Porque emagrece?
O chá ajuda a emagrecer, porque a quantidade de calorias e gordura é mínima e consumimos água, o que significa uma reposição de líquidos e acaba com a sensação de fome, ajudando o nosso organismo através das suas propriedades diuréticas, a eliminar gorduras através da urina e o suor.

É claro que nada resulta sem esforço! O chá ajuda, mas apenas se for aliado a uma alimentação saudável e equilibrada.

As populações consumidoras de chá apresentam um baixo índice de colesterol no sangue, para além de um pressão sanguínea inferior, devido à presença de potássio no chá e do baixo conteúdo em sódio. O seu alto teor em flúor, ajuda também a prevenir a cárie.
Uma simples chávena de chá contém vitaminas essenciais para a saúde e minerais como a carotina, com propriedades antioxidantes.

Chá é anti-stress?

A pausa para o chá proporciona, apesar das más línguas que o consideram um estimulante, um momento de descontracção para o saborear, ao contrário do que acontece com outras bebidas, consumidas à pressa.
Receita de chá anti-stress: Depois de ferver a água, desligue o lume, coloque folhas de alcaçuz picadas e deixe repousar. Beba três doses do chá por dia, com uma frequência de 3 em 3 horas.

Passos para preparar um bom chá
1. Encha uma chaleira com água fresca e agite para oxigenar. Se a água da zona for muito rica em minerais (calcário, por exemplo) deverá usar-se água engarrafada.
2. Enquanto a água aquece, escalde o Bule onde irá servir o chá. Sempre que possível, opte por recipientes de porcelana ou vidro, pois não alteram o sabor do chá.
3. Quando a água começar a ferver introduza o chá. Coloque uma saqueta por chávena ou três por bule.
4. Assim que a água ferver, desligue o lume. Tenha em conta que, quanto mais água ferve, mais oxigénio perde o que diminuirá a qualidade do chá.
5. Verta o chá para o Bule e deixe repousar durante 5 minutos.
6. Se pretende preparar um chá mais forte aumente a quantidade de chá e deixe repousar por menos tempo. Deve ter sempre o cuidado de não deixar o chá repousar por mais de 6 minutos pois tornará o sabor muito amargo.
7. Agite ligeiramente o chá antes de o passar para as chávenas.

Pode tomar o seu cházinho com leite, somando as virtudes de ambos numa bebida mais saudável, ou com limão, adoçado com mel, quente e reconfortante ou gelado e refrescante. As folhas de chá podem ainda ser utilizadas para aromatizar compotas de fruta, e gelados.

Chá em Lisboa
Na Chá do Carmo, por entre bules antigos, há um convite às experiências do sabor. Pode optar entre 50 variedades diferentes, sempre acompanhadas de um bolo ou de um scone caseiro acabado de fazer.

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sexta-feira, 12 de março de 2010

Portugal abre portas ao Brasil


A cozinha do Brasil chega a Lisboa! Está assim dado o mote para mais uma edição do festival gastronómico “Peixe em Lisboa”. Alguns dos chefs mais conceituados de terras de Vera Cruz vêm até Portugal para mostrar o que de melhor sabem fazer.
O Pavilhão de Portugal abre assim portas à cozinha brasileira, de 10 a 18 de Abril, na terceira edição do evento.

Porquê o Brasil?
A pergunta é justa e a resposta não se faz esperar.
Na verdade, o Brasil é hoje um dos países mais interessantes do ponto de vista gastronómico.
A diversidade e a qualidade dos produtos, aliado à riqueza cultural, são trunfos que a cozinha actual não desperdiça.
Destaque para produtos menos conhecidos, como por exemplo da Amazónia, como peixes, frutas e vegetais de sabor exótico.
Também fusões de cozinha japonesa com a brasileira são prato forte neste festival na capital.
Já estão confirmadas presenças de chefs conceituados como Alex Atala, Claude Troisgros, Bel Coelho, Beto Pimentel, Mara Sallese Tsuyoshi Murakami.
Receberá ainda a visita de Joan Roca, um dos mais cotados chefs da actualidade.

Presença Portuguesa
Mas nem mesmo o melhor do Brasil apaga o melhor de Portugal. Tal como nas edições anteriores, o evento leva ao recinto alguns dos chefs lisboetas mais conceituados do momento.
Há restaurantes a funcionar em permanência das 12h até à meia-noite!
Tenha atenção, porque aqui poderá frequentar alguns dos restaurantes mais bem cotados e bem-vistos de Lisboa, incluindo os três distinguidos com estrelas no Guia Michelin: Tavares, Fortaleza do Guincho e Eleven.
No auditório, ao final da tarde, chefes portugueses e estrangeiros vão fazer apresentações gastronómicas, em que o peixe e o marisco são as estrelas.

Chefs portugueses

Alexandre Silva (restaurante Bocca, Lisboa)
Bertílio Gomes (Casa da Comida, Lisboa)
João Sá e André Simões(G-Spot, Sintra)
José Avillez (Tavares, Lisboa)
Leonel Pereira (Panorama, Hotel Sheraton, Lisboa)
Luís Baena (Manifesto, Lisboa)
Miguel Castro e Silva (De castro Elias, Lisboa)
Rui Paula (DOC, Folgosa do Douro)
Vítor Sobral (Tasca da Esquina, Lisboa)

O evento
O evento gastronómico é organizado pelo Turismo de Lisboa, com o apoio do Turismo de Portugal e da Câmara Municipal de Lisboa.
O orçamento global é de 850 mil euros, a grande aposta passa pela internacionalização, sobretudo através do aumento do número de chefs estrangeiros convidado, num total de oito, seis dos quais provenientes do Brasil.

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Chocolate, doce chocolate

É uma verdadeira tentação. Chocolate até onde os olhos alcançam e das mais diferentes formas.
Estamos habituados a vê-lo em tons de castanho, mas aqui criatividade e inovação são palavras de ordem. Por isso mesmo, se o encontrar de rosa, verde, laranja, branco ou azul, não estranhe! É mesmo chocolate e está espalhado por todo o lado no Castelo de Óbidos.

Este ano o tema são as Maravilhas do Mundo e é vê-lo disfarçado de castelo de Óbidos ou de Muralha da China e sempre, sempre, tão apetecível.
As esculturas homenageiam ainda monumentos como o Taj Mahal, o coliseu de Roma e até uma o Castelo de Guimarães.
Pela oitava vez o Festival Internacional de Chocolate de Óbidos vem tentar-nos de todas as maneiras e feitios.
O chocolate é mesmo a estrela deste evento que dura até a dia 14 de Março.

Novidades

Cake Design
Trata-se da criação de bolos artísticos tendo, é claro, o chocolate como personagem principal.
Alia o design e a gastronomia, com a participação de criadores portugueses e de um dos maiores artistas internacionais na área, Djalma Reinaldo, da América do Sul.
O objectivo é produzir pratos culinários ou de pastelaria mais elaborados, lançando-se o desafio de formas, muitas vezes frágeis, que devem resistir ao tempo e provocar novas sensações.

Concurso de Ourives
Os participantes vão ter de construir em chocolate, peças habitualmente produzidas em prata ou ouro, com grande detalhe e pormenor. São três as peças de joalharia a concurso: um colar, uma pulseira e um anel.


Chocolate na Passerelle
As Maravilhas do Mundo inspiram ainda as criações dos modelos com chocolate. O estilista Augustus e alunos do Centro de Formação Profissional para a Indústria Têxtil e Vestuário assinam os vestidos a apresentar ao público.
A passagem de modelos é na noite do dia 12.
Quatro vestidos exclusivos com aplicações de chocolates com a assinatura de Ausgustus vão percorrer a passerelle.


Actividades
Há ainda os concursos de Montras de Chocolate, do Chocolatier Português do Ano e Internacional de Receitas de Chocolate.
Alguns dos melhores Chefs portugueses de cozinha irão fazer demonstrações de pratos com chocolate, no local do evento, na Cerca do Castelo, e à noite vão estar nos restaurantes de Óbidos a confeccionar refeições. Atenção! É melhor reservar.
Para os mais novos, há a Casa de Chocolate das Crianças, com jogos, pinturas, ‘face painting’ e um atelier sobre a história do chocolate. Com a ajuda de um chef, têm a oportunidade de confeccionar algumas receitas.
Os pais podem dedicar-se à Chocolaterapia: um conjunto de massagens com chocolate no rosto e no corpo.


O Festival em números
Para onde quer que olhe tudo o que vai ver é CHOCOLATE.
São 10 toneladas espalhadas pelo recinto do evento, onde são esperadas 200 mil pessoas e onde foram investidos cerca de 300 mil euros.
As entradas custam cinco euros para crianças e sete por adulto.
Há descontos para famílias numerosas.



Chocolate em Lisboa
Infusão
É a primeira crêperie digna desse nome em Portugal. O Infusão fica no Chiado, e é um espaço acolhedor, moderno e in. Aqui poderá saborear crepes autênticos, da mais requintada cozinha francesa.

Chá do Carmo
Scones, chás, bolos caseiros ou refeições ligeiras. Pode encontrar tudo isto na casa de Chá do Carmo. O ambiente é jovem e informal, mas tem todo o charme que uma antiga casa de chá pode oferecer.

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quarta-feira, 3 de março de 2010

Nǐ hǎo! Saboreie Macau em Lisboa

Perca-se na variedade fascinante de ingredientes ou em toda a cultura associada à gastronomia de Macau.
A cozinha macaense tem tanto de portuguesa como de oriental, africana ou indiana. Mas durante o mês de Março vai ter tudo de lisboeta, Macau vai estar representada em força em Lisboa.


Nǐ hǎo, ou “olá” em português

Até ao final de Março, o museu do Oriente vai fazer workshops de cozinha macaense. Uma cozinha de fusão, a fazer lembrar o crioulo.
Nos dias 9 e 23 de Março entre as 19h e as 21h pode aprender a confeccionar pratos típicos de Macau. No final, é convidado a provar os pratos que cozinhou.

O preço é de 40 euros por sessão.
Para o workshop funcionar, são necessários pelo menos cinco participantes e um máximo de 10.


Cozinha Macaense

Macau foi criando ao longo dos séculos a sua própria cozinha, que combina elementos das cozinhas portuguesa, chinesa, indiana e mesmo malaia. Trata-se, possivelmente, da gastronomia de "mistura" mais antiga do mundo. É uma experiência a não perder. Alguns dos pratos mais conhecidos são "Minchi" (carne picada de porco e de vaca com batata frita e cebola), "Linguado à Macau" (frito e geralmente servido com salada de alface) ou "Porco Balichão" são algumas das sugestões.


Sabores coloniais em Lisboa

O restaurante Comida Goesa vai transportá-lo até outras paragens, outros sabores. A fazer lembrar a presença portuguesa na Índia, o Comida Goesa é acolhedor e informal, ideal para um jantar a dois.
As Chamuças são um obrigatório.

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segunda-feira, 1 de março de 2010

Lampreia: peixe ou cobra? Ou se ama, ou se odeia

Esta é a época do ano, por excelência, para comer lampreia. Desde Janeiro e até Abril faz parte de muitas cartas e de muitas feiras gastronómicas pelo país.

É um prato peculiar, já que à partida gera logo dúvidas. Afinal, o que se está a comer, é da equipa dos répteis ou dos peixes?
Na verdade, nem uma coisa nem outra.
Este é um caso claro em que as aparências enganam. A lampreia parece, de facto, uma cobra, é muitas vezes chamada de peixe, mas na verdade é um ciclóstomo.
Confuso? Tudo se explica.
A lampreia pertence mesmo à classe dos ciclóstomos por ter corpo cilíndrico e a boca redonda que usa para sugar a carne e o sangue dos outros peixes. Não tem barbatanas e tem uma boca em forma de desentupidor de canos com dentes até na língua.

Quando comer?
É só entre Janeiro e Abril, altura em que o ciclóstomo faz a desova nos rios e a sua pesca é permitida. E é quando o famoso peixe de água doce aparece nos restaurantes.
Por esta altura, a meio da época, um prato de lampreia custa à volta dos 25. Mas entre Janeiro e Fevereiro chega a custar 30€. Este é um truque, quanto mais avança a época, menos tem de desembolsar.
Como comer?Em Portugal, a lampreia é comida sobretudo em arroz, o Arroz de Lampreia, com uma confecção perto do Arroz de Cabidela. Também é popular a Lampreia à Bordalesa, um guisado normalmente acompanhado de arroz.


Onde comer?
Lampreia pelo País
11ª Mostra da Lampreia em Tomar
Até 7 de Março é possível provar a iguaria, este ano aderiram a esta iniciativa gastronómica 17 restaurantes e cinco pastelarias.


Lampreia em Lisboa

O restaurante Terraço, no hotel Tivoli Lisboa, elegeu a lampreia como rainha ao longo dos meses de Fevereiro e Março. Arroz de Lampreia e Lampreia à Bordalesa são dois dos pratos que o restaurante Terraço propõe até 31 de Março, ao almoço e ao jantar.

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