domingo, 30 de maio de 2010

Se tens sardinha, não andes à cata de perú

Já diz o ditado e a cidade de Setúbal quis cumprir.

O objectivo era bater o recorde do mundo e comer 120 mil sardinhas em 8 horas.
O novo recorde mundial foi conseguido! 6340 quilos de sardinhas numa mega sardinhada!

As sardinhas só entravam na grelha lá para as 12.30, mas pelas 11.00 já a Praça José Afonso estava cheia de gente.
Os assadores não tinham mãos a medir, naquela que se propunha ser a maior sardinhada do mundo, suportando na pele um sol tórrido, ao qual se juntava o calor das brasas.
A maior contrariedade referia- -se ao número de lugares sentados. Havia 2500, mas ao recinto não paravam de chegar "clientes", sendo contabilizados mais de seis mil só no início da jornada.
A aposta foi de tal forma arrojada que até admitiu a construção de um fogareiro de cem metros de cumprimento, feito à base de moldes de floreiros, capaz de assar 800 quilos e sardinhas por hora.

Comer sardinhas em Lisboa

A elevada qualidade de peixe é a carta de recomendação desta marisqueira. A Peixaria vai buscar o peixe diariamente aos melhores portos pesqueiros, Setúbal, Sesimbra e Peniche.

O Doca Peixe é um óptimo pretexto para ver o rio Tejo de mais perto. O restaurante fica na zona das docas de Lisboa e além da vista-rio tem para oferecer uma carta cheia de pratos óptimos. Aqui o peixe é mesmo o rei, com propostas interessantes, cheias de inovação e criatividade.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Frutos secos fazem bem à saúde

Lembra-se daquelas pacotinhos de nozes ou amendoins que recebemos no avião?

Pois bem, comer o equivalente a 2,5 desses saquinhos todos os dias ajuda a reduzir o colesterol total e o colesterol LDL, conhecido como o "colesterol mau", e melhora a proporção de colesterol total frente ao colesterol HDL, ou "bom".

A conclusão é de um estudo publicado na edição de Maio do Archives of Internal Medicine.
Pesquisadores reuniram os resultados de 25 experiências clínicas, que envolveram 583 participantes no total. O estudo concluiu que ingerir 70 gramas de nozes de qualquer tipo se associava a reduções de 10,2 miligramas por decilitro em colesterol mau, uma queda de 7,4%, e 10,9 miligramas em colesterol total, ou 5,1%.

O efeito foi mais notório entre pessoas com colesterol LDL inicialmente mais alto, e entre aqueles que não eram obesos. Quanto mais nozes eram consumidas, maior o efeito.

O álcool e os menores

Apesar de a venda de bebidas alcoólicas ser proibida a menores de 16 anos, os jovens entre os 12 e os 15 anos conseguem comprar álcool em mais de metade das vezes.
A conclusão é de um estudo da DECO/ Pro Teste que revela que os menores compraram bebidas em 54 das 97 tentativas.

Em 26 casos, apesar de o aviso da proibição estar afixado no estabelecimento ou mesmo depois de os funcionários confirmarem que os jovens tinham menos de 16 anos, as bebidas alcoólicas foram vendidas.
Os super e hipermercados são os locais onde é mais fácil para menores de 16 anos comprar álcool.

Desde 2002 até hoje, a ASAE registou 21 infracções por venda ou consumo de álcool por menores de 16 anos, em locais públicos. Contabilizou ainda 1058 violações à lei pela falta de aviso de proibição.

O estudo leva a DECO a reforçar a reivindicação da aprovação urgente das medidas do Plano Nacional para a Redução dos Problemas Ligados ao Álcool, parado há mais de um ano.
Uma das medidas do plano consiste em proibir a venda e consumo de álcool até aos 18 anos.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Pandemias do século XXI

Quase um terço das crianças portuguesas entre os dois e os cinco anos estão em estado de pré-obesidade ou obesidade, revelou o coordenador da Plataforma Nacional de combate a este problema, já denominado como uma "pandemia do século XXI".

Um estudo realizado o ano passado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, em parceria com a Plataforma Nacional Contra a Obesidade, mostra que na faixa entre os dois e os cinco anos há 27,4 por cento de rapazes e 30,8 por cento de meninas em pré-obesidade ou obesidade.

Uma prevalência significativamente elevada. Em cada três crianças, uma é criança de risco.

De acordo com o mesmo estudo, na faixa etária entre os 11 e os 15 anos, a percentagem de rapazes com pré-obesidade e obesidade é de 28,6 por cento, descendo para os 27,8 por cento no caso das raparigas.

Na população adulta, os vários estudos apontam que metade dos homens portugueses tenha peso em excesso, prevalência considerada "elevada", mas que melhora entre a população feminina.

Serão cerca de 30 por cento as mulheres com pré-obesidade, o que é encarado como "um indicador de que estejam a combater melhor o problema da obesidade do que os homens".

Além da obesidade, também a diabetes e a hipertensão se enquadram neste conceito de novas pandemias..

Existem mais de 900 mil portugueses a sofrer de diabetes, dos quais quase 400 mil desconhecem ser portadores desta doença crónica.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

"Junk Food"? Se está grávida, pense AINDA melhor

A «comida de plástico» durante a gravidez aumenta o risco das filhas e das netas poderem vir a ter cancro da mama.

São conclusões de um estudo que se referem ao facto de as grávidas necessitarem de fazer uma dieta equilibrada, porque estão a afectar a saúde das filhas e netas.

Os cientistas, da universidade de Washington, alimentaram um grupo de mães ratas com comida gordurosa e outro grupo com comida saudável e depois observaram o que acontecia aos rebentos e às gerações seguintes.

As filhas das ratas que tinham comido alimentos gordurosos, revelaram 80% de hipóteses de desenvolver cancro da mama. O risco diminui para 69% se a avó fez uma dieta equilibrada durante a gravidez.

Os cientistas acreditam na influência das mudanças genéticas causadas pelo meio ambiente e que são transmitidas às gerações futuras.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Magreb na Capital

Durante 10 dias, Marrocos vai estar em Lisboa.

Os sons e os sabores que caracterizam Marrocos vão mudar-se para o Restaurante Terraço no Tivoli Lisboa, onde ficam de 16 a 26 de Junho.

A iniciativa é do hotel e conta com o apoio da Embaixada do Reino de Marrocos e da Delegação Oficial do Turismo de Marrocos.
Durante esta semana dedicada à cultura marroquina, o Restaurante Terraço vai contar com diversas acções ao nível da gastronomia, moda, música e pintura.

Acções que vão trazer até Lisboa os cheiros e os sabores deste país magrebino. Ao almoço em buffet e ao jantar com menu de degustação, poderá ficar a conhecer melhor o que a gastronomia marroquina tem para oferecer.

Mas haverá muito mais, desfiles de moda de estilistas marroquinos, exposições de pintura, sessões de pintura de henna, actuações musicais de artistas marroquinos e exposição e venda de artesanato.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Atum? Não mais que 8 peças por mês

Os amantes de comida japonesa têm que pensar duas vezes!!

Pesquisadores do Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos, e da Universidade Rutgers descobriram que o sushi tem mais mercúrio do que as conservas de atum.
A pesquisa foi publicada na edição online da revista científica "Biology Letters" e analisou o DNA dos animais.

O estudo investigou o teor de mercúrio em 100 amostras de sushi de atum (de várias espécies, incluindo albacora) de 54 restaurantes e 15 supermercados em Nova York, Nova Jersey, Colorado, no período de 2007 a 2009.
Segundo com um dos principais dos autores do trabalho, os níveis de mercúrio são relacionados a algumas espécies.

Até hoje as autoridades americanas não obrigam os restaurantes e comerciantes esclarecerem aos clientes o que eles estão consumindo.

Embora os níveis de mercúrio sejam mais elevados em peixes predadores no topo da cadeia alimentar, alguns que estão abaixo apresentam níveis altos da substância. Os autores alertam que os índices em certos atuns são suficientemente altos para oferecer risco para a saúde, tanto para os próprios animais quanto humanos, que os consomem com frequência.

Os adultos não devem comer mais do que sete ou oito peças de sushi de atum por mês. Uma opção é comer atum light em vez de atum branco ou albacora para limitar a exposição de mercúrio.
Já o salmão costuma apresentar níveis mais baixos de mercúrio e são mais seguros para comer em grandes quantidades.